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quinta-feira, 30 de maio de 2019

. . . o Barão, a Escola e o Brechó

Assim como as velhas catedrais, a construção da ignorância acontece de forma gradual e silenciosa...
Hábitos antigos e errados, se tornam regras sem Lei, ou melhor, contra a Lei. 

A Profa. Maria Inês, diz que trabalha no magistério há 30 anos sem nunca ter recebido sequer uma advertência. Não quer dizer muita coisa, pois desconhece a Lei.
Diz também, que tal brechó está previsto no estatuto da escola em acordo com os pais de alunos e diretoria da APM. Gostaríamos de ver publicado aqui no Blog, pois será útil no futuro, o qual aguardaremos ansiosamente e cobraremos.

Na verdade, nas escolas públicas, essas ações ferem tanto a Constituição Federal, de 1.988, como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), de 1.996.

Ainda assim, denúncias vindas de diferentes regiões do estado revelam que esse "comércio" é comum. A justificativa, sempre, é a escassez de verba recebida do governo. Porém a prática deve ser banida, segundo a Secretaria de Estado da Educação. A exigência de melhores condições de ensino precisa ser feita, mas aos responsáveis pela aplicação das políticas para o setor.

Também, a escola pode receber apenas contribuições voluntárias, cabendo às famílias decidir como podem colaborar e quando. Se for com dinheiro, os valores devem entrar nas instituições somente pela APM, direto na conta bancária.
Ainda que ilegal, a Profa. Maria Inês indica que comercializa os produtos e, para tanto, recebe valores pelos mesmos.
Então, cara Profa. Maria Inês, nos conte, quanto foi recebido e como foram aplicados os valores recebidos (ilegalmente em nossa opinião), demonstrando livros caixa, conta corrente, notas fiscais, etc.
AGUARDAMOS.

É preciso, então, esclarecer que A ESCOLA NÃO É LOCAL DE COMÉRCIO. Orienta a Secretaria de Estado da Educação, que se houver insistência, todo cidadão que julgar necessário, deve recorrer ao Conselho Escolar, Diretoria Regional de Educação, Secretaria de Educação ou ao Ministério Público a fim de reverter o quadro.

Sendo assim, e resguardando o amplo direito de defesa da Sra. Profa. Maria Inês, sugerimos que proceda consulta à Diretoria Regional de Ensino e também ao Ministério Público local, para então, sabermos quem realmente está com a razão, ou cometendo no mínimo um habitual DESCUMPRIMENTO DE ORIENTAÇÕES dos órgãos acima citados, para assim, tomarmos as providências que julgarmos justas e dispostas em Lei, que a Sra. demonstrou desconhecer.

A ver.

. . . sem comentários

. . . o escândalo da saúde serrana se expande

--- Com estas últimas revelações nossa SAÚDE ESTÁ DOENTE e a gente começa a descobrir por quais razões não se consegue instaurar a CEI da SAÚDE séria com gente capacitada em Serra Negra. Começa a ser explicada a razão pela qual os inconsequentes vereadores da situação votaram juntos a favor da CEI da SAÚDE na 1ª votação, a ponto do Waguinho na época dizer textualmente (está gravado) que "quem não deve não teme" e em 2ª votação todos eles votaram contra, evidentemente obedecendo ordens superiores externas. Que provem o contrário se não é isso mesmo. Falta apenas uma assinatura para inteirar 4 , pois os 3 da oposição mantiveram seus votos e não se consegue. Por que agora o anunciado transparente Waguinho na presidência não assina a favor e toca tudo pra frente??? Por isso, os senhores se não provarem que não foi por isso, também são coniventes e responsáveis por tudo o que está acontecendo na área, incluindo aí exoneração da Secretária da Saúde Bárbara e agora o afastamento do Vice Magaldi e possíveis grandes consequências para ele em face do rigor e gravidade das colocações do MP, além até daquele famoso arrombamento na gaveta da dita cuja secretaria quando só sumiram documentos e até hoje ninguém explica nada e se esquiva de dar satisfações. Está evidente que tudo isso está entrelaçado e se houvesse ou ainda houver uma investigação séria, isenta e responsável, muita gente vai dançar feio, talvez até o prefeito. Há muita coisa de podre no reino da Dinamarca... Ponham suas barbas de molho. A coisa começa a feder borracha queimada e mais uma vez não pode ficar tudo por isso mesmo. Mais uma vez não pode nada ser encoberto, abafado e esquecido para não atingir gente graúda, uma vez que o nome de nossa cidade está em jogo pois está sendo enlameado além fronteiras na grande mídia nacional, com suspeitas criminosas.

. . . uma provável mudança


"Ouvi dizer que mais um está fugindo dos altos IPTUs de Serra Negra. Está vendendo a mansão dele na rua Brasil ao saber que os vereadores querem obrigá-lo a pagar IPTU. Já vai tarde, e que leve a fábrica de linguiça também.
 Edison...."
--- Além dele acima outros leitores mandaram essa foto e teceram comentários sobre uma possível mudança dos moradores da mansão da Rua Brasil, além de tal caminhão estar atrapalhando o trânsito no local. Será que o "todo poderoso" está finalmente, aleluia, mudando de domicílio residencial também, uma vez que domicílio eleitoral nunca teve em Serra Negra?

. . . mais uma propaganda negativa agora no Estadão

. . . e respondendo ao Barão

--- Recebi nesta manhã de quinta-feira um cordial e amável telefonema da Diretora da EMEI Maestro Fioravante Lugli, no Bairro das Palmeiras, Profa. Maria Inês que ficou muito magoada com a matéria do Barão sobre o brechó (vide foto) realizado na quadra de sua escola e que nosso colaborador terminou qualificando isso como "Pura Safadeza". Diz ela que trabalha no magistério há 30 anos sem nunca ter recebido sequer uma advertência e que tal brechó está previsto no estatuto da escola em acordo com os pais de alunos e diretoria da APM. Disse que tal maldoso comentário não procede e quem o fez não conhece nada de como funciona uma escola, que o fez talvez até por má fé. Continuou dizendo que o estatuto da escola tem a finalidade conjunta com os pais de alunos, podendo trazer para a escola qualquer coisa que venha render fundos para a escola e também trazer a comunidade para dentro dela. Tal estatuto está devida e legalmente registrado em cartório e portanto não tem nada de safadeza, tanto que o brechó foi realizado na quadra aberta com total transparência. A Profa. Maria Inês, muito educada, fez o convite a mim para que vá visitar a sua escola na primeira oportunidade e disse que me acompanha desde pequena no tempo da minha página no jornal local e que continua e continuará a fazer isso agora, pois sempre confiou, respeitou e acreditou em minha atuação na imprensa serrana e sempre gostou das minhas matérias sobre a história de nossa cidade e lamenta muito a infeliz colocação do Barão.

* Agradeço sinceramente a manifestação desta professora, que ocupou seu espaço de direito aqui no blog, até servindo de exemplo a outras entidades e autoridades municipais para que façam o mesmo sempre que se acharem injustiçados com alguma colocação aqui feita. Em minha primeira ida a SN em dia útil, faço questão de fazer essa importante visita.

. . . que o colaborador se defende e dá sua opinião

= Inúteis, inservíveis, imprestáveis, como diz o Barão, todavia o adjetivo extra que coloquei nos vereadores "linguiceiros" causou um furor tão grande que eles resolveram passar por cima do Judiciário local e estadual e decretar que Edison Carneiro agora tem que pagar IPTU, isto muito embora seus imóveis estejam em área rural e o Judiciário decidiu que não podem cobrar IPTU em área rural.

= Hei Câmara de Vereadores (mais conhecida como Puxadinho do prefeito) quanto está no pregão de hoje o kilo de calabresa? Nas gerações futuras vai ficar registrado como: A revolta dos empregados porque o patrão os chamou de “linguiceiros inúteis”.
  
= E complementando: E como o prefeito de Colatina (PE) costuma dizer, os senhores não são vereadores, os senhores “estão vereadores” . Amanhã eu também posso "estar vereador". Daí quem vai poder me chamar de “linguiceiro” são os senhores mesmos (isto se eu der motivo para tanto), assim como poderei também pagar com a mesma moeda e decretar que os senhores próprios terão que pagar IPTU. Será mesmo que todos os vereadores pagam IPTU?  Veremos!!!!!  Portanto, tiro no pé é para gente “medíocre” mesmo. Da mesma forma como foram eleitos Bolsonaro e Trump, eu também posso. Amanhã eu “estarei vereador” capiche?  

Edison Carneiro...

quarta-feira, 29 de maio de 2019

. . . outra questão em pauta

--- Agora voltando  ao Projeto das Construções que não foi colocado em pauta para 2ª votação na última sessão de Câmara e portanto ainda está em tempo de abrir os olhos dos vereadores que votaram a favor em 1ª votação. Repensem e reestudem melhor lendo o que o blog acabou de receber do MARCELO DE SOUZA sobre detalhes muito importantes neste assunto, para o bem de seus filhos e netos na cidade em que vivem:

Projeto de Lei 053/2017

Em 2017 foram realizadas três audiências públicas para apresentação e discussão do Projeto de Lei 053, de 20 de setembro de 2017. O resultado dessas audiências pareceu sugerir que antes de se alterar as leis das construções o Plano Diretor da cidade seria revisado.

O Plano Diretor é o instrumento que deve nortear o crescimento da cidade, o mapa de uso e ocupação do solo, a lei de zoneamento, a lei das construções e os critérios para as construções (taxa de ocupação, impermeabilização, gabarito, recuos etc).

O projeto reapresentado na sessão da Câmara Municipal no dia 20/5/2019 me parece ser exatamente o mesmo apresentado em 2017, inclusive no que diz respeito ao aumento da taxa de ocupação de 60% para 70% e da impermeabilização máxima de 70% para 80%.

De qualquer modo, as taxas de ocupação e de impermeabilização atuais, respectivamente de 60% e 70%, já podem ser consideradas exageradas quando percebemos que, de acordo com a lei das construções 2.288/1997 e com o próprio Projeto de Lei 053/2017,  valem para todo o município de Serra Negra, independentemente da vocação de cada área da cidade.

Taxa de impermeabilização de 70% no perímetro central já é observada. Na verdade, é possível que em alguns casos, muitas construções tenham impermeabilização além do que determina a lei ou até mesmo em todo o terreno. Talvez essas edificações da zona central são as que deveriam contar com caixas de retenção de águas pluviais.

Para bairros e áreas periurbanas, as taxas de ocupação e impermeabilização deveriam ser reavaliadas, levando em consideração a sua vocação, localização geografia, geologia,  topografia, aspectos sociais, etc. Para essas áreas, taxas de impermeabilização de 70%  já são excessivamente elevadas e deveriam diminuir e não aumentar.

Adotar taxas de ocupação e impermeabilização de forma generalizada para toda a cidade é um erro e sabemos que os erros de hoje obrigarão soluções de engenharia para resolver problemas que aparecerão amanhã e quem paga a conta são os contribuintes.

Dinheiro que poderia ir para a educação, para a saúde, segurança, às vezes é empregado em obras de engenharia para resolver problemas de enchentes, por exemplo.

Percebe-se o desejo quase incontrolável para a aprovação deste projeto de lei, e para tal, tentam driblar um dos aspectos nefastos da elevadíssima taxa de ocupação e de impermeabilização proposta de forma generalizada para toda a cidade, por meio da solução “milagrosa” das caixas de retenção de águas pluviais, esquecendo que há outras variáveis envolvidas e diversos efeitos colaterais indesejáveis (aspectos sanitários, ambientais, geológicos e geotécnicos etc).

Tanto a Lei 2.288/1.997 como o PL 053/2017 não citam como essas caixas devem ser construídas, quais são os elementos que devem adotar para inibir a proliferação de insetos e outros animais que podem interferir na saúde pública (zoonose). Não especifica os critérios para garantir a inspeção e limpeza e, também, não fala em como seria feita a sua fiscalização frequente. Não especifica condicionantes geotécnicas para sua instalação e fundação.

O papel aceita tudo, mas na prática a história é outra. Prova disso acontece rotineiramente e, recentemente, por exemplo, a aprovação pelo Legislativo de uma lei que vai permitir a regularização do irregular. Talvez o irregular só exista pela deficiência da fiscalização? E agora com todas essas novas leis a fiscalização vai ser efetiva?

Outro aspecto negativo é que este projeto de lei pode ser considerado cruel com uns e benevolente com outros. Por exemplo, um lote de 360 m2 com uma área impermeabilizada de 288 m2 (80%, conforme PL-053/2017), deixando uma área permeável de apenas 72 m2.

Outro lote, com a mesma área impermeabilizada (288 m2), porém com área total do terreno de 1.000 m2, mantém uma área permeável de 712 m2, ou seja, quase dez vezes maior do que a do primeiro lote.

Obviamente o proprietário do segundo lote é, do ponto de vida ambiental, mais amigável do que o do primeiro e é também menos prejudicial à cidade no quesito escoamento superficial/enchente.

Porém, pelo projeto de lei, ambos proprietários arcarão com os mesmos custos de construção e manutenção de uma enorme caixa de retenção de pelo menos algo em torno de 2,6 m3. Isso é justo?

Ou seja, o segundo proprietário, que tem uma postura mais amigável com o meio ambiente e com a cidade, vai gastar a mesma quantia para a implantação e operação de uma caixa de retenção (custo de projeto, movimento de terra, materiais, calhas, condutores, concreto, aço etc).

Atualmente, a lei municipal das construções 2.288/1997 e mesmo este projeto de lei 053/2017 não oferecem nenhum incentivo a práticas verdes, o que mostra que continuamos caminhando na contramão dos tempos atuais, que recomendam incentivar a adoção de medidas verdes nas construções (aumento de área permeável, incentivo do uso de água de reuso, aquecimento solar, geração de energia fotovoltaica, plantio de árvores, iluminação natura, etc).

Outro aspecto que pode ser passível de crítica nesse projeto de lei é que a formulação apresentada para a determinação do volume da caixa de retenção parece ser uma cópia da lei 13.276/2002 da capital paulistana. Será que esses parâmetros, do ponto de vista hidrológico, valem também para a Serra Negra? Os autores do projeto de lei poderiam disponibilizar os estudos hidrológicos que resultaram nos parâmetros que estão propondo?

Ainda na capital paulista a fórmula para o cálculo do volume da caixa de retenção vale apenas para áreas impermeabilizadas acima de 500 m2. Aqui em Serra Negra quem construir uma casa de 100 m2 vai ser obrigado a ter uma caixa de retenção. Isto é razoável?

Quem mantém uma área impermeável baixa (inferior a 40% por exemplo) vai ter que fazer caixas de retenção também? É correto?

Talvez os autores do projeto e todos os vereadores favoráveis a esse projeto de lei não estejam percebendo as dimensões das caixas de retenção e os problemas que poderão aparecer quando elas se proliferarem nas encostas serranas. Será que não estamos criando novas potencias áreas de risco de instabilidade de encostas devido a possíveis infiltrações provocadas pela deformação dos maciços terrosos com eventuais infiltrações? Não se poderá aumentar o risco à estabilidade de encostas se instalarmos dezenas, centenas de caixas de retenção e tubulações nelas?

Portanto, este “textão” é um apelo aos vereadores para que, por um momento, deixem de lado questões políticas e foquem nos aspectos técnicos que certamente não foram debatidos amplamente.

Caso esse projeto de lei seja realmente tão urgente, que pelo menos sejam convocadas audiências públicas para ampliar o debate. Por que em 2017 houve audiências públicas e agora em 2019 este projeto de lei está correndo no Legislativo às pressas e sem o devido debate público?

A responsabilidade do vereador é grande nestes momentos que decidem por leis que podem afetar o dia a dia da cidade e a qualidade de vida dos seus moradores.

Lembro um trecho de um dos discursos do ministro juiz Luís Roberto Barroso, que pode ser extrapolado para o encaminhamento das coisas que acontecem nesta cidade e, do julgamento e escolhas que nossos nobres vereadores fazem nas sessões do Legislativo: “...temos um modelo que extrai o pior. Todas as pessoas têm em si o bem e o mal, é da condição humana. O processo civilizatório existe para que as pessoas reprimam o mal e potencializem o bem. O sistema político brasileiro faz exatamente o contrário. Ele reprime o bem e potencializa o mal, de modo que é uma história de terror, porque para onde você olha, existem coisas erradas...”

Senhores vereadores, neste momento escolham o caminho do bem. Votem contra esse PL 053/2017 ou pelo menos abram espaço para que os munícipes sugiram emendas ou convoquem audiências públicas para o debate.

E cobrem do Executivo agilidade para a discussão e elaboração de um Plano Diretor, um mapa de uso e ocupação do solo, uma lei de zoneamento, uma nova lei das construções, uma nova lei para obras de terraplenagem e dos planos de mobilidade e acessibilidade urbana.

Permitir elevadas taxas de ocupação e de impermeabilização de forma generalizada para todo o município me parece ser um erro grave. Se querem seguir adiante com essas elevadas taxas de ocupação, impermeabilização e caixas de retenção, que pelo menos limitem este projeto de lei à zona central.

. . . as considerações fortes e graves do promotor

--- Que o Dr. Rodrigo Magaldi é uma boa pessoa, simpático, médico competente e de um carisma sem igual, isso todos confirmam. Mas que também estava muito esquisita sua situação de vice-prefeito e ao mesmo tempo prestando serviço profissional para a mesma Prefeitura e até há bem pouco tempo ainda sendo companheiro da Secretária da Saúde do município também não combinava muito bem esse conjunto de coisas. Cabia primeiro ao prefeito (Executivo) ver isso, depois aos vereadores (Legislativo) e como todos calaram,  omitiram-se de seus deveres e obrigações, parecendo mesmo um avestruz e deixando a coisa rolar e o tempo passar...., entrou em cena o outro poder (Judiciário). Já diz o ditado; "Vou lambuzando selo, se colar, colou".  Pelo prefeito e vereadores colaria, mas, entrou o promotor (MP) e aí a coisa entortou. Primeiro o afastamento da Secretária da Saúde e agora chegou a vez de mexer com o Vice-Prefeito. Dos "CONSIDERANDOS" da Promotoria Pública, os mais fortes... fortíssimos, os mais graves... gravíssimos, são estes dois:
* Eu particularmente, no lugar dele, deixaria a Prefeitura e continuaria apenas em minha profissão para a qual estudei e me formei e me esforçaria em nome de minha honra e lisura para mostrar e provar que nunca usufruí ou tirei vantagem de qualquer tipo de "enriquecimento ilícito".

* Ficam apenas duas perguntas, embora o próprio promotor tenha também mencionado a primeira questão em seus "considerandos": Pelo tempo em que isso vem acontecendo, contando com a omissão e/ou conivência do prefeito já não se caracteriza motivo para improbidade administrativa??? Se há uma irregularidade legal, a ponto do facultativo ter que deixar suas funções, não é caso de devolução financeira no que diz respeito à parte irregular???

. . . um recadinho ao Barão

--- Nomes e apelidos consagrados pelo uso são o Inho, O do Hospital, O Guerreiro da Farmácia e o João -- estes todos já sabem quem são. Gostaríamos de pedir ao Barão que dê dicas para identificação do Cor 7, Robin e Camaleãozinho, se possível. Obrigado 

. . . o Barão, o vice que foi e os demais que serão

        *NOVAMENTE os mesmos RECADOS*

Na próxima eleição, QUALQUER CANDIDATO QUE “PRESTE”, tem que:
Trabalhar para o povo, GRATUITAMENTE.
Escrever e ASSINAR (se conseguir), que se eleito, vai trabalhar GRATUITAMENTE
Escrever e ASSINAR (se conseguir), que vai ACABAR COM A FARRA COM DINHEIRO PÚBLICO, cortando CARGOS E SALÁRIOS nos poderes Executivo ou Legislativo.
NÃO (RE)ELEJAM MAIS UM INÚTIL, INSERVÍVEL e IMPRESTÁVEL QUE QUER SEU VOTO, somente para SE SERVIR e VIVER de SEU SUADO DINHEIRO.

*Um “ESTAMOS AVISANDO” não serviu*
*Fique agora, com um “BEM FEITO”*

Iniciamos, CONSTATANDO o que já foi escrito e depois replicado milhares de vezes pelos bares e esquinas sombrias de nossa terra.
ATÉ AS “PULGAS DE MIL CAMELOS”  já sabiam o destino e o fim do Médico, Vice-Prefeito dos beijinhos de antes da eleição.

Cooptado pelo CANTO DA SEREIA, surradamente perpetrado pelo chefe da SEITA USURPADORA que aportou cá bor estas bandas há mais de 40 anos, o juramentado de Hipócrates viu suas boas intenções serem dragadas, pelo mais eficiente esquema de DESTRUIÇÃO DE REPUTAÇÕES.
Foi somente, MAIS UM.

# TCHAU QUERIDO

E a fila anda.
Vejamos:
Do “Time” da SEITA do USURPADOR

2005 – 2006, João, vendeu a alma para o USURPADOR e está quase sem sangue;
2009 – 2010, Cor 7, mudou-se para cidade próxima. Aleluia Sr.;
2011 – 2012, Robin, de caçador à caça. Eterno enfermo, com problemas nas mãos;
2013 – 2014, Camaleãozinho, está na prorrogação. Novas regras eleitorais o aguardam;
2015 – 2016, Guerreiro da Farmácia. Está atualmente, na farmácia.
2017 – 2018, INHO, eleito pela crítica e pelo público, como o “PIOR PRESIDENTE”
2019 – 2020, O do Hospital, é o próximo, e esta habilmente colocando os pregos em seu caixão. Prego do cinismo, prego do silêncio, prego da omissão, prego da comilança, prego da gastança, prego dos salários, prego da arrogância, prego da ameaça, pregos.......... 

Não precisamos comentar a situação política de alguns acima. É FATO.

Na fila que já passou, se formos mencionar ainda 1º e 2º escalões, a relação é interminável.
Tem de tudo. 
E quem não pulou fora antes ou deixou de existir politicamente ou está no sanatório ou morreu.

Não queremos aqui profetizar nada, mas em se tratando de SEITA, parece que quem está “BEM” na fita, é o atual SECRETÁRIO DE TURISMO, que a nosso ver, está “cabeça a cabeça” com o do Hospital

Guardem e Aguardem.

A ver.

. . . que está sendo lamentável sob todos os aspectos

--- Vinha eu hoje para o trabalho como faço em todas as manhãs ouvindo o Jornal da Manhã pela Jovem Pan, pouco antes das 07:30 hs que é o momento em que começa ou começava todos os dias a sempre brilhante participação do Prof. Marco Antonio Villa, historiador e comentarista político, sem papas na língua, corajoso e que deve ter meia dúzia de bons advogados para defendê-lo de uma centena de processos que deve ter nas costas. Admiro-o pela sua competência, coragem e destemor doa em quem doer, tanto que está combatendo o atual governo como já o fazia nos anteriores e me foi inevitável pensar se o novo presidente teria, lamentavelmente, alguma coisa a ver com isso. O jornal apresentou um outro comentarista político neste mesmo horário e já desconfiei de alguma coisa. Não deu outra. Entrando no Portal UOL na internet, de cara me deparei com a notícia de seu afastamento da emissora por 1 mês. Acho que não volta mais. Declara a emissora que ele saiu de férias, o que ele próprio desmente, da mesma forma com que desmente que houve interferência do governo como fofoqueiros já começaram a postar. Custo a acreditar que o Bolsonaro faria tal exigência ditatorial, numa verdadeira e autêntica chantagem abominável e inaceitável.   Quem jornalisticamente já sofreu esse tipo de chantagem usufruindo de seu cargo político ou profissional para chantagear a empresa contratante sabe o quanto isso é baixo, sujo e covarde. Perseguição? Retaliação? Vingança? Lamentável se a Jovem Pan, a exemplo de outros órgãos de imprensa sejam eles grandes ou pequenos, submeteu-se ou submete-se a participar e atender a tão torpe exigência, se ficar comprovado que foi isso mesmo o que aconteceu. Neste caso, perde a Jovem Pan, perde MUITO o Jornal da Manhã, perde o governo Bolsonaro, perde a democracia, perde a liberdade de imprensa e de expressão e o Prof. Marco Antonio Villa sai engrandecido, enaltecido e aplaudido. Aguardemos.  

terça-feira, 28 de maio de 2019

. . . o cerco se fechando

--- Acaba de sair mais uma "RECOMENDAÇÃO" bomba do Promotor Público. O Vice-Prefeito Dr. Rodrigo Magaldi não pode mais prestar seus serviços profissionais, nem no Conisca. Eis aí a "RECOMENDAÇÃO"  após uma série de CONSIDERANDOS :



. . . os pitacos do Carneiro

Sobre a sessão de ontem da Câmara  --   27/5.

= Há mais de 30 anos um grupo comercial árabe (Dib, Cheddid, Abib), etc., se estabeleceu em Serra Negra e consultando sua bola de cristal descobriu que seria um negócio das “arábias” comprar tecnologia da Perdigão, Aurora, Sadia, etc., e montar nesta cidade a maior “FÁBRICA DE LINGUICA DA AMÉRICA LATINA”. Seu povo pobre, semialfabetizado, meio medíocre, seria a mão de obra ideal para esta fábrica. Ficaram sabendo também pela bola de cristal (que veio diretamente do Líbano) que o Bolsonaro seria eleito presidente e que ele iria dificultar a exportação de frango aos seus países de origem. Daí então veio a ideia de produzir linguiça de frango, de gambá, de porco e de bamby tudo de linguica tipo exportação para o mundo árabe e comunista. Descobriu um local na encosta da serra para a localização desta fábrica. O grupo então deu um nome meio esquisito (Centro de Convenções) que de centro ou de convenções não tem nada, meteu a mão no dinheiro sagrado deste povo pobre, construiu o que chamamos hoje de "elefante branco" e por 30 anos tem produzido toneladas de linguiça e agora tem linguiça espirrando pelas portas e janelas devido a uma certa rejeição ao Bolsonaro, não quer mais nem frango nem linguiça serrana.  Não tendo outras opções para exportar esta montanha monumental de linguiça que já está mais alta que o EVEREST (na Ásia). Nem Cuba, nem Venezuela, nem a Coreia do Norte, têm dinheiro suficiente para comprar tanta linguiça mesmo pelo preço baixo que oferecem.   

= Na sessão de ontem adicionaram mais alguns caminhões lotados da mais pura linguiça serrana produzida por artesãos com 30 anos de experiência. O povo da cidade não tem mais o que fazer (devido este glute de linguiça) e está pensando seriamente em fechar esta fábrica que custa $$$$$$ 9.000,000,00 (NOVE MILHÕES) a cada 4 anos e somente um único funcionário (linguiceiro) custou ontem o equivalente $ 4.251,00 e os 11 funcionários todos juntos custaram $46.875,00 por tão somente 2:45 minutos de trabalho. Ou seja: Trabalharam 165 minutos e custaram (ao povo pobríssimo desta cidade) o equivalente a $284,00 reais por minuto. Nem a Rússia, nem a China e nem a Europa inteira tem interesse em pagar um preço tão baixo por esta linguiça artesanal e semanal de Serra Negra. 

= Hei Sérgio Moro, Hei Polícia Federal venham aqui em Serra Negra conferir se não dá pra vender esta Super-Refinaria de linguiça para o Obama, Clinton ou Bernie Sanders, isto porque eles venderam para a Dilma a refinaria de petróleo de Passadena no Texas por 500 milhões de dólares (puro mercado capitalista, toma lá da cá). Estes são os únicos no mundo de hoje com dinheiro para comprar qualquer refinaria. Conclusão: não tem como manter a fábrica aberta, nem mesmo se usarmos o Castramóvel recentemente adquirido e transportarmos todos o felinos do país para devorar esta montanha extraordinária de linguiça. 

= Inúteis, inservíveis, imprestáveis(como diz o Barão) demonstraram mais uma vez o que já sabíamos por 30 anos.

= Nota zeroooo a todos os linguiceiros da fábrica

= E pingue-se o ponto como diz o mestre Lauro.

Edison...

. . . meus poucos pitaquinhos

--- Mais uma inócua, inoperante, improdutiva, incolor, insípida e inodora (nem tanto) sessão de Câmara na noite fria de ontem. Só homenagens... homenagens... homenagens..., que, embora merecidas, não é para isso que foram eleitos numa única sessão semanal, a não ser que o município não tivesse nenhum problema e nenhuma prioridade, o que com certeza não é o caso. 

* Mas é interessante lembrar um fato que seria até hilário se não fosse tão ridículo, ou seja, costumeiramente a Câmara cobrando da Prefeitura coisas passadas (cobranças do Roberto) e a Prefeitura nem dando bola pra responder, aplicando a covarde lei do silêncio. Igualzinho ao que acontece com esse blog cobrando da Câmara coisas como o banheiro de 30.000 reais, o abaixo-assinado sobre os subsídios dos vereadores, CEI da Saúde e a Câmara nem dando bola pra responder, aplicando a covarde Lei do Silêncio. Igualzinho sem pôr, nem tirar. Com que moral vereadores  cobram do prefeito se também não respondem às perguntas que lhes são feitas por munícipes???

* Esta Câmara não me representa. Posso sim dizer isso porque voto em Serra Negra embora não residindo nela por circunstâncias da vida e do destino, igual ao que o edil Renato se referiu em relação a um dos homenageados de ontem. Circunstâncias da vida e do destino de cada um são inquestionáveis. Nunca transferi meu título eleitoral e isso depende de decisão própria e não de circunstâncias do destino. Ao contrário de certos pseudo-líderes políticos idolatrados inclusive por vereadores, que não votam em Serra Negra. E pingue-se o ponto.