sexta-feira, 5 de setembro de 2014
. . . e atendendo pedido do(a) leitor(a)
"Boa noite,Lauro!
Não tem nada a ver com a sua postagem sobre o Dia do Irmão, mas se possível gostaria que saísse como tópico. Hoje, por volta das 17:40h, levei 20 minutos para percorrer o trajeto entre a Escola Lourenço até a esquina da 9 de Julho com a Coronel. Um verdadeiro absurdo! Absurdo ainda maior ao me deparar com 3 (TRÊS) guardas municipais em frente ao Palace Hotel de braços cruzados e depois mais 2 (DOIS) na Pça. João Pessoa. Pelo amor de Deus, é só um deles ficar na esquina entre a Pça. do Fórum e o Hotel Firenze (R.9 de Julho e R.7 de Setembro) orientando o fluxo de veículos. Muito obrigado!"
. . . a desvalorização dos professores pelos jovens de hoje
--- O Jornal da Band acaba de passar reportagem sobre as cada vez mais frequentes agressões a professores por alunos mal educados e que de uns tempos para cá sentem-se protegidos pelas novas normas e leis de "educação", entre elas o estatuto do adolescente e a lei da palmada. Crianças e jovens adolescentes não dão mais o devido valor e não mais têm respeito pelos seus professores nos mais variados níveis. Chegam ao absurdo da agressão física. Neste campo estamos indo no Brasil de mal a pior. Uma professora violentamente agredida declarou na reportagem que está sendo cada vez mais difícil encontrar quem queira ser professor ou professora, porque é uma profissão que está sendo cada vez mais perigosa. E Serra Negra não está fora deste contexto, infelizmente. Por isso acho que os dois últimos tópicos estão intimamente relacionados com este. Os três se misturam e se entrelaçam. Neste ritmo não sabemos a que ponto chegaremos.
. . . que destaco em tópico
--- E destaco porque acho que tem endereço(s) certo(s) e o grifo é meu :
"Em Serra Negra quem tem olho é rei e quem é rei não precisa ter ética, cidadania, respeito às leis, vergonha na cara nem muito menos investir em educação e transmitir esses valores a seus filhos. Ao contrário, os reis por aqui educam seus filhos para se comportarem exatamente como eles. É só observar o comportamento dos que tem um olho e se acham donos e autoridades na cidade. É lamentável."
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
. . . e retrocedendo
. . . o perigo da internet
--- Recebi um e-mail agora há pouco de um colega de turma e o abri e nele constava um convincente relato de um especialista em acidentes aéreos, relacionando todos os itens que provam que o acidente com o avião do Eduardo Campos não foi um acidente e sim um atentado. Cheguei mesmo a editar um tópico repassando este relato, onde em seguida é divulgado um extenso e respeitável currículo deste "especialista", de nome José Ori Dolvin Dantas, Coronel do Exército. Neste currículo aparece um número telefônico de Brasília. Liguei em seguida para esse telefone com DDD 61 e um senhor muito cordial atendeu e quando perguntei se era o dito cujo coronel, ele com toda a educação disse que não era ele e que já havia recebido mais de 100 ligações pelo mesmo motivo deste relato na internet. Claro que imediatamente deletei o referido tópico, que ficou no ar não mais do que 3 minutos.
Conclusão: Nem tudo o que sai publicado na internet é verdadeiro e pode até se transformar num perigo para quem venha a acreditar no que sai publicado.
. . . a terra de ninguém
--- Chegou por e-mail :
"Oi Lauro!
Sou leitor do seu blog mas não comento, gosto muito de você e de sua coragem verdadeira quando falamos da população serranegrense.
Lauro, moro perto do Hospital e sempre vejo esse carro estacionado dessa forma na rua da Policlínica, não sei de quem é mas tem o adesivo do Chedid, será que por estar com o adesivo a pessoa tem costas quentes pra estacionar desse jeito?
Até quando Serra Negra vai ter dois pesos e duas medidas ?
E se um cadeirante precisasse usar a calçada? Como seria?"
. . . um desabafo de alto nível
A quem interessar por um Brasil Melhor.....
Não Sou:
- Negro, Nem Homossexual, Nem Índio, Nem Assaltante, Nem Guerrilheiro, Nem Invasor De Terras. Como faço para viver no Brasil nos dias atuais? Na verdade eu sou branco, honesto, professor, advogado, contribuinte, eleitor, hétero... E tudo isso para quê? Meu Nome é: Ives Gandra da Silva Martins* Hoje, tenho eu a impressão de que no Brasil o "cidadão comum e branco" é agressivamente discriminado pelas autoridades governamentais constituídas e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que eles sejam índios, afrodescendentes, sem terra, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos. Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, ou seja, um pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco hoje é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior (Carta Magna). Os índios, que pela Constituição (art. 231) só deveriam ter direito às terras que eles ocupassem em 05 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado, e ponham passado nisso. Assim, menos de 450 mil índios brasileiros - não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também por tabela - passaram a ser donos de mais de 15% de todo o território nacional, enquanto os outros 195 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% do restante dele. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados. Aos 'quilombolas', que deveriam ser apenas aqueles descendentes dos participantes de quilombos, e não todos os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição Federal permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito. Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um Congresso e Seminários financiados por dinheiro público, para realçar as suas tendências - algo que um cidadão comum jamais conseguiria do Governo! Os invasores de terras, que matam, destroem e violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que este governo considera, mais que legítima, digamos justa e meritória, a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse 'privilégio', simplesmente porque esse cumpre a lei.. Desertores, terroristas, assaltantes de bancos e assassinos que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de R$ 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para 'ressarcir' aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos. E são tantas as discriminações, que chegou a hora de se perguntar: de que vale o inciso IV, do art. 3º, da Lei Suprema? Como modesto professor, advogado, cidadão comum e além disso branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço nesta sociedade, em terra de castas e privilégios, deste governo. (*Ives Gandra da Silva Martins, é um renomado professor emérito das Universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército Brasileiro e Presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo). Para os que desconhecem o Inciso IV, do art. 3°, da Constituição Federal a que se refere o Dr. Ives Granda, eis sua íntegra: "Promover o bem de todos, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação."
Abraços
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quarta-feira, 3 de setembro de 2014
terça-feira, 2 de setembro de 2014
. . . que foi um preâmbulo
--- O tópico anterior foi uma espécie de preâmbulo para esse. Isso porque na minha maneira de agir, muitas vezes, inclusive neste blog, elogio ou critico pessoas e nem sempre sou bem visto ou corretamente interpretado em minhas palavras. Vejam neste texto como é a coisa:
"Verbalizar ideias e pensamentos com exatidão e coerência, é sempre trabalhoso e complexo; justo por isso, somente a virtual criatividade de quem escreve não remove a forte dificuldade enfrentada, quando se quer elaborar um escrito específico de enaltecimento; afinal, se o elogio vem de cima para baixo, pode ser tomado como demagogia ou populismo; quando feito de baixo para cima, pode saber a lisonja ou a bajulação; se for de igual para igual, haverá quem veja aí (dependendo do lado em que se esteja) algum laivo de presunção e/ou de falsa condescendência; se a loa for para si mesmo, pior ainda, pois, como já se disse alhures, 'elogio em boca própria, é vitupério'. Enfim, louvar merecidamente alguém ou alguma instituição, é tarefa gratificante mas, complicada..."
. . . o meu "modus vivendi"
Isto é, meu modo de viver e de ser a quem interessar possa, para que me conheçam um pouco mais.
Tenho minha família, minha profissão, meu trabalho, meu cotidiano. Tenho sim minha rotina de vida, mas procuro sair do comodismo do lugar comum. Não me conformo em ser apenas mais um, ficando na janela do trem vendo a paisagem passar. Quero e gosto de fazer parte da paisagem, agir, participar, principalmente nas coisas que dizem respeito a minha terra natal, e assim não deixar que a passagem inexorável do tempo transforme minha vida em algo incolor e insípido como tantos que passam, apenas passam pela vida sem viver ou como outros que cedem ao vil metal e vivem de joelhos perante poderosos inescrupulosos ou falsos e efêmeros líderes, obedecendo servilmente suas ordens nem sempre boas ou certas. Por isso tudo, eu falo, eu escrevo, eu viajo, gosto de aventuras e de conhecer outros povos, locais distantes, outras culturas. Gosto de viver perigosamente já na curva descendente da vida e quando meu fio for cortado quero estar com a consciência tranquila do dever cumprido de forma limpa e honesta, sem nunca ter me acovardado perante ameaças, processos e xingamentos e de ter sido omisso e muito menos submisso a quem quer que seja e de nunca ter participado de falcatruas ou conchavos comerciais ou políticos ou ainda de ter sido conivente com a compra ou venda de princípios ou de pessoas ou apoiar meios que justifiquem os fins. Sempre procurei fazer bem feito tudo o que faço e tentei ser o melhor naquilo que faço. Sempre procurei viver intensamente cada dia que passa e agi sempre com muita ética em minha profissão. Trato com respeito, dignidade e amizade meus colegas, meus amigos, meus pacientes e com a devida distância os inimigos. O Amor me norteia e Deus me guia. É isso aí.
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