quarta-feira, 1 de abril de 2020
. . . a palavra do comércio
--- O representante dos comerciantes serranos Paulo Valentim está revoltado e chateado com o Executivo serrano que, segundo ele, está desrespeitando os comerciantes, não lhes dando qualquer satisfação de reuniões a serem feitas para que se tomassem providências em relação à conduta a ser tomada sobre a questão do fechamento do comércio, inclusive desmentindo qualquer declaração feita por parte do Executivo dizendo que tais reuniões foram feitas. O blog tem sua gravação em áudio. Foi feita apenas uma reunião preliminar com o assessor jurídico da Prefeitura, ficando de ter prosseguimento e segundo o Paulo, nem deram mais satisfação.
* Espaço aberto a quem quiser fazer uso dele.
. . . o dia de hoje

--- Hoje é o dia dele e cada cidade tem o Pinóquio que merece...
A brincadeira surgiu na França, no reinado de Carlos 9º (1560-1574). Desde o começo do século 16, o ano-novo era comemorado em 25 de março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes e animados bailes noite adentro, duravam uma semana, terminando em 1º de abril.
Em 1562, porém, o papa Gregório 13 (1502-1585) instituiu um novo calendário para todo o mundo cristão – o chamado calendário gregoriano – em que o ano-novo caía em 1º de janeiro. O rei francês só seguiu o decreto papal dois anos depois, em 1564, e, mesmo assim, os franceses que resistiram à mudança, ou a ignoraram ou a esqueceram, mantiveram a comemoração na antiga data.
terça-feira, 31 de março de 2020
. . . uma resposta à altura e adequada
--- É simplesmente revoltante quando políticos profissionais aproveitam momentos de aflição do povo para se projetarem e quererem aparecer como grandes altruístas e beneméritos. Parabéns ao Paulo que colocou esta resposta no face, à altura para o dito cujo deputado, que poderia fazer isso com muito maior valor se o fizesse sem qualquer divulgação, pois seus vereadores da cidade são os primeiros a dizer que o que faz a mão direita, a esquerda não precisa saber.
segunda-feira, 30 de março de 2020
. . . o Coronavírus & Políticos II
--- O vídeo deste tópico praticamente vem ao encontro do vídeo do tópico anterior e isso pode vir mesmo a acontecer após a liberação do isolamento por causa da pandemia e será muito bem-vinda tal mobilização contra essa classe tão importante e tão desgastada, desvalorizada e esculhambada pelos seus próprios integrantes em todos níveis. Os que me acompanham há longa data são testemunhas que combato os maus políticos serranos há muito tempo e a maioria dos atuais em Serra Negra se enquadra nisso. São os maus de ontem que continuam sendo os maus de hoje e que estão querendo continuar a ser os maus de amanhã.
. . . o Coronavírus & WhatsApp
"A preocupação com a explosão do tráfego na internet com tanta gente se conectando de suas casas devido ao coronavírus chegou ao WhatsApp. O aplicativo de mensagens começou a reduzir a duração dos vídeos efêmeros publicados no Status em seu maior mercado, a Índia, segundo o WABetaInfo, site que acompanha as atualizações no WhatsApp. Isso não quer dizer que a medida não possa ser levada a outros lugares do mundo...." (Portal UOL)
. . . o Coronavírus & Eleições
--- Todas as atenções para o Coronavírus, mas é importante que se divulgue também o que pode ou não acontecer em relação às eleições deste ano. Vejam isso :
O adiamento das eleições chegou a ser sugerido pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, mas foi rejeitado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e por ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Segundo o ministro da Saúde, em declaração em entrevista recente, a velocidade de transmissão do vírus deve começar a cair nos meses de agosto e setembro. O primeiro turno das eleições está previsto para o dia 4 de outubro, e o segundo turno, 25 de outubro. A campanha eleitoral começa 16 de agosto, pelo calendário atual. Além de não haver consenso político, esse tipo de mudança também não é juridicamente simples.
Mudança na Constituição
Primeiro, seria necessário a aprovação de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), pois as datas das votações do primeiro e segundo turno eleitorais estão fixadas na Constituição Federal: o primeiro e o último domingo de outubro. As emendas à Constituição são o tipo de proposição legislativa que exigem maior consenso para serem aprovadas: o voto de 3/5 dos parlamentares, o que equivale a 308 dos 513 deputados e a 49 dos 81 senadores. Além disso, o rito de votação é mais complexo: são dois turnos de votação na Câmara dos Deputados e mais dois turnos no Senado Federal. Se em alguma das quatro rodadas de votação o apoio mínimo de 3/5 dos parlamentares não for atingido, a proposta é rejeitada. "Não tem jeito de mudar a data das eleições sem uma emenda constitucional, esse primeiro passo é indispensável", afirma a advogada Marilda Silveira, professora de direito eleitoral do IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público). "As modificações subsequentes têm que ser feitas na Lei 9.504, que é a Lei das Eleições. É lá que está previsto o prazo das convenções partidárias, por exemplo", diz a professora....
domingo, 29 de março de 2020
. . . que serve para a cidade e para o mundo
O
SOM DA CIDADE
Lauro J. A. Corrêa
A cidade amanhece, o sol desponta por detrás do monte e o
silêncio da noite começa a ser quebrado pelo burburinho urbano, o passar dos
veículos, buzinas, sirenes, motos...
A cidade acorda, o comércio abre suas portas, o povo vai para
seus trabalhos, suas escolas, suas compras... Os vizinhos se saúdam, se
abraçam.
De repente, não mais que de repente, a rotina é violentamente
quebrada pelo imprevisto, pelo inesperado, pelo inoportuno, pela surpresa, pela
visita do indesejado.
As portas da cidade se fecham --- das casas, dos templos, dos
estádios, do comércio.
Como nos antigos filmes do oeste americano, só falta o rolar
ao vento pelas ruas desertas e poeirentas, aquelas bolas de feno ressequidas. A
cidade para e parece estar abandonada como cidade fantasma. Ninguém mais por
ela anda, não há mais visitas, cumprimentos, abraços. A cidade se isola. O povo
se confina. O silêncio da noite em pleno dia se abate sobre a cidade deserta.
Um silêncio que assusta!
A cidade perde seu som, sua alegria, sua vivacidade. A cidade
chora muitos de seus filhos por causa da visita inoportuna e malévola do
inimigo invisível que passa silenciando, contaminando, contagiando, adoecendo, isolando
e... matando!
O inesperado desperta, inclusive em corações adormecidos,
momentos espontâneos de fé, de esperança, de união, de oração e a solidariedade
humana se faz presente e fala mais alto, numa demonstração de amor ao próximo.
A mesma dor que separa, também une as pessoas de boa vontade.
O ciclo mortal mais uma vez é superado pelo combate de heróis
na linha de frente, no pelotão de infantaria, numa luta insana da vida
superando a morte e assim, após um período de tempo, a moléstia deixa seu
rastro maligno de dor e sofrimento, parte para outras plagas distantes e a
cidade, contando seus mortos e destruições pessoais e gerais, volta para seu
dia-a-dia e a vida dos vencedores segue seu rumo e seu destino, a começar pela
recuperação do que possa ter sido perdido.
A cidade amanhece, o sol desponta por detrás do monte e o
silêncio da noite começa a ser quebrado pelo burburinho urbano, o passar dos
veículos, buzinas, sirenes, motos...
A cidade acorda, o comércio abre suas portas, o povo vai para
seus trabalhos, suas escolas, suas compras... Os vizinhos já podem voltar a se
saudar e a se abraçar.
Que bom, divino e maravilhoso é abrir a janela e voltar a ouvir
o som mavioso da cidade livre e curada ao raiar de um novo dia.
As portas voltam a se abrir e a vida segue muito mais
valorizada, enaltecida e protegida.
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