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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

. . . uma significativa homenagem póstuma

--- Voltando aos Anos 60 e 70. Voltando ao tempo em que o jornal local O SERRANO vivia seu tempo áureo de liberdade, autonomia e independência jornalística, sem rabo preso de nenhum tipo ou espécie, brilhante e energicamente dirigido por Ennio e Elmer, seguindo a trilha tradicional do progenitor Romualdo Cagnoni, precedidos pelos seus irmãos Nêne e Zoca. Quando não era vendido e nem comprado, apenas era enviado aos seus assinantes ou transportado para as bancas de jornaleiros para ser procurado. E como era... No tempo em que tinha em suas páginas, como meus colegas de colaboradores gratuitos, nomes como Joaquim de Moraes Ribeiro, Henrique Nogueira, Wladimir de Toledo Pizza, Jorge Antonio José, Sebastião Pinto da Cunha, Alcebíades Felix, Odilon Lemos, entre outros, e de propósito deixei por último NÉLLO CONSTANTINO DALLARI, militar da reserva, grande homem e grande jornalista, historiador e acima de tudo grande batalhador pelo progresso e desenvolvimento de nossa terra natal. Mestre Néllo que editou um livro de nossa história e de nosso cotidiano "Sob o Céu Azul da Estância de Serra Negra", que tinha uma coluna fixa no jornal "Coluna Néllo Dallari", onde inclusive simulava uma conversa telefônica semanal com a Tia Candinha.  Néllo Dallari o pai da ASSIM (Associação de Imprensa) de saudosa e atuante memória, que a princípio era para se chamar Clube dos Repórteres de SN. Néllo Dallari que comandou o campeão de audiência nas manhãs de domingo na Rádio Transmissora de Serra Negra, o programa "Super Show", que precedeu o meu "Comentando". Tenente e depois Capitão Néllo Dallari, um grande serrano que talvez até hoje, se não me falha a memória, ainda não foi devida e condignamente homenageado por tudo o que fez, através de seu nome imortalizado em uma de nossas vias públicas (tomara que esteja errado), com quem convivi, com quem aprendi e muito poucas vezes divergi e que hoje enalteço no dia de seu aniversário quando estaria completando 1 século de existência se ainda estivesse entre nós. 100 anos igualando-se ao centenário jornal com o qual colaborou por décadas. Nossa saudade e nossa homenagem póstuma.

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