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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

. . . que repasso aqui porque sou descendente de italianos IMIGRANTES e não de refugiados


A IGNORÂNCIA DA PRESIDENTE
          A presidente Dilma Roussef não me representa!
          Eu não posso tolerar, como neto de imigrantes, a ofensa que a senhora presidente dirigiu – por completa ignorância – a todos os imigrantes que ajudaram a construir o Brasil, e a seus descendentes. Ofendeu a todos que emprestaram seu trabalho e suor para fazer a grandeza deste país. Que ensinaram o verdadeiro sentido da ética, do respeito e da honestidade.
          Hoje (28/09/15), em discurso na Assembleia da ONU, a senhora presidente demonstrou o tamanho da sua ignorância ao discursar dizendo que “o Brasil é um país de refugiados”.
          E, completou: “abrigamos, há mais de um século, europeus, árabes e asiáticos”.
          Nunca ouvi tamanha asneira!
          Os europeus, árabes, judeus, e asiáticos (ela deve ter querido referir-se à colônia japonesa, suponho) que, há um século imigraram para o Brasil, jamais podem ser comparados aos refugiados.
          Senão, vejamos:
          IGNORANTE (segundo ensinam os dicionários) é aquele, ou aquela, que não tem conhecimento de algo,desconhece os fatos.
          REFUGIADO, por sua vez, é toda a pessoa que, devido a grave e generalizada violação de direitos humanos, é obrigado a deixar seu país de nacionalidadepara buscar refúgio em outro país.
          Já IMIGRANTE é a pessoa que,espontaneamente, com ânimo permanente ou temporário, e com a intenção de trabalho ou residência, transfere-se de um país a outro.
            A confusão destes tipos de pessoas só é digna de alguém com um traço marcante de profunda ignorância.
          A mesma ignorância que fez a presidente imaginar que o ingresso no país, há mais de um século, de europeus, árabes, judeus e japoneses se fez através de refúgio.
          Ora, os refugiados fogem de uma perseguição, de uma guerra, de uma catástrofe; enquanto osimigrantes mudam de país geralmente por razões econômicas, na busca de um oásis onde possam construir um futuro.
          Se a presidente ainda não aprendeu, há cerca de um século a América do Sul era – juntamente com a América do Norte – a meca do futuro. As famílias sonhavam em transferir-se primeiro para a Argentina, que representava o ideal do novo amanhã. O Brasil entrou no destino pela proximidade com o país vizinho, pelas oportunidades que oferecia, pela geografia, pelas belezas naturais.
          Chamar de refugiados os milhares de italianos que se instalaram nas montanhas brasileiras; os alemães que trouxeram a veia da indústria para cá; os portugueses com sua expertise em gastronomia; os árabes e judeus com seu tino comercial; ou os japoneses que nos ensinaram como trabalhar na terra; é sim uma grosseira ofensa.
Ofensa de alguém ignorante.
Alguém que deveria ter aprendido esta lição lá na sua juventude.
Mas que, ao invés de estudar a nossa história, resolveu escrevê-la através de guerrilha, da luta armada, do arrepio à lei.
A história de um sonho revolucionário que, depois de tanta insistência, acabou levando o Brasil ao caos econômico, moral e institucional.
Por isto, esta senhora não me representa.
Pois quem ofende aos seus filhos não merece a menor consideração.
Marcelo Aiquel – Advogado – Porto Alegre/RS


27 comentários:

Anônimo disse...

Quem escreveu também é ignorante e, muito pior, de uma ignorância sem tamanho. Quem disse que essas pessoas que procuram outros países neste momento para iniciar uma nova vida não tem nada a oferecer. Não tem trabalho, não tem capacidade. Saiba que muitos desses refugiados são empresários, professores, técnicos profissionais altamente qualificados e independentemente de se o termo está certo ou errado não vejo razão alguma para se sentir ofendido de ser comparado a refugiado. Ao contrário, é gente muito corajosa que deixa seu país, levando consigo crianças, seus sonhos e suas esperanças. Desculpe-me, mas esse texto denota tanta ignorância quanto a pessoa que ele quer chamar de ignorante. Me sentiria muito orgulhoso de ser comparado a esses refugiados.

Lauro disse...

--- Tudo bem, também concordo com sua colocação e também tenho admiração por estes coitados que se sentem obrigados a deixarem suas pátrias. São também dignos de compaixão. Mas os termos devem ser colocados adequadamente para cada situação. Só isso.

Anônimo disse...

Para Dilma e Lula, os portugueses, holandeses e franceses que colonizaram o Brasil seriam refugiados também?

Anônimo disse...

Ao ignorante do ignorante, onde é que está escrito no texto em tópico que os refugiados não têm nada a oferecer? Qual é o problema de rotular cada migrante pelo que são realmente? Um imigrante pode ser também um fugitivo ou não? E um refugiado, além de fugitivo, pode ser ou não ser de boa índole, ora bolas!

Anônimo disse...

O PT é o pior de todos. FORA PT!

Anônimo disse...

Reivindicar termo adequado é uma coisa. Usar para isso um texto preconceituoso é "nojento". Não é para ter compaixão, é para ter admiração, assim como um dia admiramos os que deixaram sua pátria e vieram contribuir para o desenvolvimento do Brasil. Essas pessoas que estão chegando a Europa não vão só sugar empregos, com certeza tem muito a contribuir porque assim como os imigrantes que chegaram aqui querem recomeçar. Desculpe-me vejo muito mais maldade e má intenção em quem escreveu esse texto do que nas palavras da presidente que pode ter errado o termo, mas não demonstrou em nenhum momento preconceito, ao contrário o que quis dizer é que o Brasil é um país acolhedor. Nove para a presidente, que pode ter errado no termo e zero para esse cara, que acertou no termo, mas errou nas inteções.

Anônimo disse...

Fernão Lara Mesquita escreveu um artigo excelente para o Estadão, cujo título é "A libertação está nos fatos". Ele destaca uma reportagem de O Globo, sobre a obesidade do Estado petista, para desancar a imprensa, hoje pouco interessada nos fatos e mais propensa a transformar a realidade numa guerra de opiniões.

E os fatos da reportagem de O Globo são estarrecedores. Leiam esses dados que Fernão Lara Mesquita reproduziu:

"Na segunda-feira, 19, O Globo publicou nova reportagem da série Cofres Abertos, sobre a realidade do Estado petista. O título era Remuneração em ministério vai até R$ 152 mil. Eis alguns dados: Lula acrescentou 18,3 mil funcionários à folha da União em oito anos. Em apenas quatro Dilma enfiou mais 16,3 mil. Agora são 618 mil, só na ativa; 103.313 têm “cargos de chefia”. Os títulos são qualquer coisa de fascinante. Há um que inclui 38 palavras: 'chefe de Divisão de Avaliação e Controle de Programas, da Coordenação dos Programas de Geração de Emprego e Renda...' e vai por aí enfileirando outras 30, com o escárnio de referir um acinte desses à 'geração de emprego e renda'...

O 'teto' dos salários é o da presidente, de R$ 24,3 mil. Mas a grande tribo só de caciques constituída não pelos funcionários concursados ou de carreira, mas pelos “de confiança”, com estrela vermelha no peito, ganha R$ 77 mil, somadas as “gratificações”, que podem chegar a 37 diferentes. No fim do ano tem bônus 'por desempenho'.. A Petrobras distribuiu mais de R$ 1 bilhão aos funcionários em pleno 'petrolão', depois de negar dividendos a acionistas. A Eletronorte distribuiu R$ 2,2 bilhões em 'participação nos lucros', proporcionados pelo aumento médio de 29% nas contas de luz dos pobres do Brasil, entre os seus 3.400 funcionários. Houve um que embolsou R$ 152 mil.

A folha de salários da União, sem as estatais, que são 142, passará este ano de R$ 100 bilhões, 58% mais, fora inflação, do que o PT recebeu lá atrás.

Essa boa gente emite 520 novos 'regulamentos' (média) todo santo dia. Existem 49.500 e tantas 'áreas administrativas' divididas em 53 mil e não sei quantos 'núcleos responsáveis por políticas públicas'! Qualquer decisão sobre água tem de passar pela aprovação de 134 órgãos diferentes. Uma sobre saúde pública pode envolver 1.385 “instâncias de decisão”. Na educação podem ser 1.036. Na segurança pública, 2.375!"

Os fatos libertam, sim, mas quando não são escondidos até mesmo por quem os publica. Infelizmente, eles têm sido ocultados, como mostra Fernão Lara Mesquita, que conclui: "A imprensa nacional está devendo muito mais à democracia brasileira do que tem cobrado aos outros nas suas cada vez mais segregadas páginas de opinião".

Anônimo disse...

"Chamar de refugiados os milhares de italianos que se instalaram nas montanhas brasileiras; os alemães que trouxeram a veia da indústria para cá; os portugueses com sua expertise em gastronomia; os árabes e judeus com seu tino comercial; ou os japoneses que nos ensinaram como trabalhar na terra; é sim uma grosseira ofensa." Esse parágrafo especialmente é uma demonstração de ignorância maior do que pode considerar qualquer um ao chamar a presidente de ignorância. Não se trata de ignorância. Se trata de preconceito. Como descendente de imigrantes portugueses e italianos não me sinto ofendido de forma alguma. Ao contrário, vejo nesses refugiados muito dos sonhos dos portugueses, dos italianos, dos japoneses e dos judeus que saíram de seus países em busca de uma vida melhor. Faça me um favor, caro Lauro. Esse seu viés preconceituoso teima em dar o ar da graça em seus posts. Natural: não dá para esconder o que somos. Somos e simplesmente somos.

Abner Di Siqueira Cavalcante - "ex-forasteiro" disse...

Será que os imigrantes italianos chegaram ao Brasil e começaram a trabalhar nas fazendas, no cultivo da terra, foram "mandados embora", foram chamados de "paraquedistas" ou coisa pior? Não acredito que esta infâmia tenha acontecido. Mas, aqui em Serra Negra, os descendentes de italianos costumam agir desta forma quando entendem que alguém, não nascido em Serra Negra, porém brasileiro, vem morar na "cidade da saúde" (sic)! Sim! Basta ter nascido noutra cidade para ser chamado de "paraquedista", "forasteiro" e convidado a deixar a cidade! Não digam que é mentira porquanto isto aconteceu e acontece sempre. Esqueceram que em Roma sequer tinha mulheres e que aquelas que para lá foram levadas, na verdade,foram sequestradas, as "sabinas". Uma certa pessoa residente e domiciliada na cidade de Amparo, onde tem belo comércio, chegou a ser ameaçado para que não ousasse montar um comércio aí em Serra Negra. Vocês sabiam disso? Meus parabéns ao Anônimo das 21:18 horas do dia 23/10/2015.

RESPONDEDOR disse...

O cidadão que escreve as 21.18 é infeliz na colocação que faz querendo misturar alhos com bugalhos.....se ficasse na dele ..não tinha perdido tempo em separar condições sociais de gente sofrida que não esta nem ai para sua opinião....querem mesmo é salvar a pele seja como for ......colocar rótulos ou epítetos para configurar a podridão social do mundo moderno é no minimo um fracasso.

Anônimo disse...

Ao das 21h18min
Médicos, advogados, engenheiros ou empresários bem sucedidos não atravessam fronteiras a pé contra as leis do outro país, ele voam para o seu novo destino com direito a moradia e dinheiro para começar nova vida. A Dilma não precisa entrar em Cuba a pé, ela tem nosso dinheiro para comprar um avião próprio. Ela diz que todos os sírios são bem vindos ao Brasil contanto que queiram trabalhar nas fazendas do Lulinha ganhando salario de Cuba e nas eleições votem para ela. E’ o Comunismo a todo vapor e os comunistas invadem este blog para proteger seu osso. Senhor porque o senhor não monta uma fabrica de carro movido a agua, use o dinheiro que rouba dos nossos cofres para provar para o povo brasileiro que a Ford e a Gm só quer mesmo explorar este país. Pergunta: Quantas vezes o senhor já falou que o World trade Center nos EUA foi derrubado pelo Bush? Quantas vezes o senhor já disse que deve haver igualdade de bens, contudo o seu amiguinho Lula tem dois bilhões no banco e nos não temos como pagar aluguel? Edison

Anônimo disse...

Desculpe, caro Edson, você não deve ter visto nem lido nenhuma matéria sobre o perfil dos refugiados. Então, dispensa qualquer discussão. Ainda mais quando vem carregada de informações deturpadas e sem probas. Pior do que ignorância é preconceito. Abs

Anônimo disse...

Fernão Lara Mesquita, quem o conhece pessoalmente, não levaria tão a sério o que escreveu num jornal que ele e sua família foram afastados por incompetência. Foi em sua geração que o jornal começou a degringolar e agora, infelizmente, se encontra graças a sua, de seus irmãos e primos competência está como está. Então, quem não te conhece que te compre.

Anônimo disse...

O Fernão Lara Mesquita pode até não ser levado a sério. Mas quanto aos fatos narrados?
O engraçado de tudo são os comunistas, se lambuzando de capitalismo, propriedades privadas às pencas, usufruindo escancaradamente do dinheiro dos conservadores trabalhadores pagadores de impostos, e querendo implantar mais comunismo que matou 200 milhões no século XX e continua matando no século XXI sob a alegação de que são os excluídos da sociedade. São uns porcos fedorentos. Distribuam aí suas propriedades para os pobres.

Anônimo disse...

Porque não pode ser levado a sério? Porque diga o que digo, mas não faça o que faço não serve para profissão nenhuma e, acredito, muito menos para o jornalismo praticado em especial por dono de empresa jornalística, aliás o Estadão, que hoje mais do que nunca está nas mãos do mercado financeiro (se não me engano, o controle acionário é do Bradesco)porque a família fundadora não deu conta. Como um capitalista ou melhor um liberal (detesto esses rótulos mas vamos falar a linguagem dos que preferem segmentar os pensamentos), afundou seu próprio negócio, quer se mostrar entendido em administração pública, se nem da privada, iniciativa privada que sejamos claro, conseguiu dar conta? Fica difícil...Desculpe, mas costumo me informar sobre quem escreve para melhor entender o que escreveu. Aliás, gosto muito de ler quem pensa diferentemente, mas o Fernão confesso que não dá gosto nenhum.

Anônimo disse...

Até aqui nada de esclarecer os fatos. Os banqueiros nunca lucraram tanto quanto nesses 13 anos petistas. Política de governo para enriquecer muito os muito ricos e levar uns pixulekos de milhões e empobrecer os pobres e a classe média para que façam financiamentos. Enquanto isso, o "proletariado" e sindicalistas, pendurado nas estatais, se lambuzam com o ouro capitalista se fazendo de vítimas da sociedade perversa, saqueando, pilhando as riquezas pagas com o suor dessa classe operária que financia preços públicos estratosféricos. Ainda querem mais, CPMF, diante de uma contabilidade camuflada. Ora, se a mídia em sua totalidade estivesse engajada com a verdade, esse governo e seu partido teriam virado poeira no primeiro mandato. Mas, os "negócios" com o Estado, principalmente as publicidades das estatais, são o mel na chupeta dos jornalistas.

Se você fosse capitalista ou liberal reconheceria que uma empresa centenária, na mão de várias gerações, passaria em algum momento por dificuldades financeiras. E sendo liberal ou capitalista, jamais negaria a possibilidade de um grupo financeiro ser acionista de uma empresa. O disfarce não cola. Continue mentindo e se lambuzando dos pixulecos que recebes até precisar mesmo trabalhar, ser produtivo, sustentar família, pagar impostos. Por enquanto você é jovem e, geralmente, enquanto jovens, temos os ideais deturpados por influencias cinematográficas. Uma hora caímos na realidade.

Anônimo disse...

Nossa, então você é daqueles que acham que jovens tem ideias deturpadas. Vejo, que você envelheceu e não aprendeu nada, só perdeu seus ideais. Eu envelheci, mas mantenho sonhos, valores adquiridos na infância e ideais. Infelizmente, o que temos no Brasil hoje não são capitalistas nem liberais interessados em desenvolvimento econômico sustentável. Trocaram alguns princípios liberais até interessantes, por injustiça social e, pior, desejar ardentemente ocupar o poder, não pelas urnas, mas por meio do ódio, da intolerância e da disseminação da ideia de que o Brasil é um país falido. Que pena, um velho sem sonhos, só pode ver mesmo um país sem perspectivas. Sou velho, mas otimista e muito confiante no país. É preciso saber com detalhes a história de cada companhia para saber se é só um momento de dificuldade financeira ou se foram anos de administração errada e falta de visão do mundo digital, estou apostando na segunda opção.

Anônimo disse...

Uma hora vc vai crescer e ai a gente conversa. Por enquanto vc não vai entender muita coisa. Continue com suas ilusões que, sonhos não são.

Anônimo disse...

Meu Deus Lauro Correa, não creio que tenhas compartilhado esse texto. Nunca li tanta bobagem em um único texto, me admira ter sido escrito por um advogado, que teoricamente ao escolher uma profissão ligada a área de humanas deveria conhecer um pouco de história.
O Brasil é sim um país de refugiados, principalmente nos anos 40 e 50 milhares de europeus fugindo da guerra buscaram exílio em nosso país.
O texto é tão grotesco porque quando a presidente disse isso, é claro e obvio que ela disse considerando a pluralidade e não um caso especifico. É claro que cada família tem a sua história, mas é fato que nosso país recebeu e muito refugiados principalmente do continente europeu, não há em nenhum período da história um processo de imigração em massa em que o principal fator para deslocamento seja apenas econômico, sempre fatores decorrentes de guerra foram o principal motivo de imigração em massa.

Rui Barbosa.

Anônimo disse...

Rui Barbosa deve estar se revirando na tumba.

Anônimo disse...

Ao anônimo que resolveu não falar mais, só quando eu crescer...para ter certeza de que o problema do Estadão é decadência mesmo não é apenas um momento financeiro de uma empresa centenária.

O título da coluna de Celso Ming no Estadão de hoje (28) é daquelas coisas que nos deixam em dúvida: como um veículo de comunicação tão atento a suas funções, ácido e crítico em relação a determinados setores do poder público (só em relação a “determinados”, ressalte-se) pode deixar passar um título onde a palavra “salsichas” é grafada como “sauchichas”?

Pode-se dizer que é um reflexo da pressa com que as notícias são dadas, embora seja uma coluna de jornal impresso. Ou simplesmente podemos concluir que as prioridades do Estadão e de outros veículos são outras que não a matéria-prima com a qual trabalham.

Em tempo: a palavra grafada erroneamente no título ganhou aspas em sua versão online somente depois das 10h30. Significa.

Anônimo disse...

Boa Rui Barbosa!

Anônimo disse...

É possível que ao escrever “sauchichas” tenha se referido ao PT e seu projeto cultural para o Brasil.

Anônimo disse...

Não, foi incompetência mesmo, nível idêntico dos que não têm outro projeto cultural para o Brasil a não ser atacar o que está aí. Oposição e críticos de "sauchichas" , como em São Paulo onde vão fechar quase 100 escolas. Esse é o projeto pedagógico da oposição.

Anônimo disse...

São Paulo vai fechar só 100 escolas? Puxa... o Governo Federal fechou 41 mil escolas rurais de 2000 a 2011(veja aqui: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-governo-fecha-41-mil-escolas-rurais).

Mais de 4 mil escolas do campo fecham suas portas em 2014(veja aqui:http://www.mst.org.br/2015/06/24/mais-de-4-mil-escolas-do-campo-fecham-suas-portas-em-2014.html)

Neste ano de 2015 já foram fechadas mais 2500 escolas rurais.

São Paulo é um atraso mesmo. Continuem com as “sauchichas”.

Anônimo disse...

Mas se o governo federal é ruim por que o Estado não faz diferente? Precisa imitar e fechar escolas?

Anônimo disse...

Ainda não percebeu que criticar por criticar é o que se tem feito sem apresentar um projeto diferente? Se há incompetência, então mostre competência...Hoje critica-se por criticar, só para ocupar lugar que não conquistou. É improdutivo, paralisa o país e ao invés de ajudar só atrapalha e piora a situação como podemos constatar dia a dia. Quem não ajuda, não estorva. Vai para casa preparar campanha par 2018.